Reinações Múltiplas: janeiro 2017
ATENÇÃO: Este blog é pessoal e não profissional

Meta 2018 em prática!

Comecei a dieta (~~ finalmente ~~) e estou gostando. Nem sempre me dou bem com as escolhas, mas conforme o tempo passar sei que será melhor.

Resolvi anotar o que como na agenda. E resolvi anotar os exercícios que faço!

Sou uma mulhe gorda e não me sinto bem na academia. Nem vou ao médico, pelo mesmo motivo. Tentei tratamento psicológico, mas não era o momento. Hoje em dia me sinto mais confiante para emagrecer.

Sei que é importante traçar planos e metas para essas coisas. Mas eu tenho um probleminha... sou uma compulsiva por planos e metas. Mudo sempre de opinião e acabo frustrada.
Por isso eu decidi apenas anotar o que acontece. Sem criar espectativas. Esperar algo e não ver chegar dói tanto, que não penso mais me mutilar mentalmente.

Estou feliz sobre as AULAS DE ZUMBA. Escolhi maravilhosamente baixar vídeo-aulas com um professor de SC que usa músicas de reggaeton em espanhol. Ele fez coreos muuuuuito fáceis e possíveis de copiar.
Claro que ainda sou monga para fazer tudo certinho. Que meu corpo não consegue ter o balanço que eu gostaria. Mesmo assim, cada dia é uma vitória.
Estou fazendo as aulas todo dia. Por uma hora!

Isso somado com evitar carne vermelha e comer melhor. Estou ainda com o problema do arroz e da massa. Porém, pretendo dar um jeito nisso! Eu vou fazer umas pesquisas sobre cardápios e aos poucos ajustar.

Eu infelizmente senti que meus joelhos estão com probleminhas. O peso realmente afeta. Eu pretendo dar um jeito nisso com medicina alternativa. Pois, como disse, detesto hospitais e academias.
Falei com uma amiga massagista e pode ser um caminho. Ela faz a redutora.

Estou tomando floral de redussão. E adorei isso, na verdade. Não o gosto em si, mas a medicina natural. Acho o máximo!

Quero e vou levar uma vida saudável.
Ainda não coloquei em prática caminhadas. Talvez ainda não esteja confiante, porque detesto que fiquem me olhando.

Espero atualizar boas notícias, em breve.

E, de novo, a Educação

PUCPR "catando" estudante para as licenciaturas na rua...
Um vestibular só para elas: as indesejadas.
Imagino que a falta de vontade dessa geração em se formarem professores seja um misto entre salários desagradáveis feat péssimo tratamento a esta classe.
Existem outros fatores que fazem a busca ser absolutamente lamentável, como a quantidade gigantesca de faculdades mal conceituadas, com preço absolutamente baixo e com ensino à distância. Pra que pagar uma PUCPR se sai "o mesmo diploma" por um preço de banana? Pra que valorar a Educação?

Aprendi nessa mesma PUC, em meus anos de estudo, que o cheiro fétido da Educação começa na má formação de profissionais. Aprendi ali que para educar é necessário mais do que ter ou não dom. É necessário RESPEITO com a Educação, com o educador, com o educando, com a disciplina.

Prostituir diplomas de licenciatura é o mal do século.
De um professor mais ou menos, saem aulas menos. Alunos menos. Educação menos. Nível de ensino ruim.
A grande questão é: as escolas estão preocupadíssimas em salvar o mínimo de dignidade social e despreocupadíssimos em salvar o máximo de dignidade intelectual.

Sejamos francos: um hospital é um local em que buscam sanar, curar, tratar, cuidar da vida e da saúde. Um supermercado é um lugar que busca vender produtos diversificados para o maior número de consumidores. E assim, cada uma das instituições, grupos, organizações e afins do universo possuem uma intenção específica. A faculdade espera formar profissionais, por exemplo.
Então, o que busca um ambiente escolar? Ao meu ver, em um lugar de estudos dirigidos para básica e média educação, busca-se o conhecimento atrelado a esses dois níveis.

Se o papel da escola não é mais o mesmo (atrelado ao conhecimento), o papel de todos os envolvidos muda, também. Canso de falar em sala "pessoal, vocês não estão no shopping, estão na escola"... E percebo o quanto fica difícil dar a Cezar o que é de Cezar, afinal, não é apenas a falta de alunos com alunos interessados em estudar, senão a falta de profissionais interessados em se capacitar para essas mudanças e conflitos. Ter o mínimo de abertura em, de fato, preservar um ambiente de estudos.


O professor, antes de ser professor, é um estudante. E não se estuda por um período, quando se trabalha em qualquer área, principalmente a educacional. Estuda-se por toda a vida. Busca-se eternamente a evolução do conhecimento... NINGUÉM está pronto, finalizado, suficientemente preparado.

Sendo assim, um curso mais ou um curso menos não muda o curso dos problemas enfrentados na educação.
Queremos mais médicos, advogados e engenheiros? Então precisamos de excelentes professores, para que os mesmos realizem um estudo evolutivo, que os leve a excelência profissional.